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Vida de inseto

A natureza é vibrante e colorida  não somente nas densas florestas, mas também em nossos quintais, jardins e parques. É o que mostram os registros do fotógrafo Vyacheslav Mishchenko e sua infinita capacidade de observar a ‘vida secreta’ dos pequenos seres, em cenários idílicos que parecem saídos de uma obra de fantasia.

Mishchenko se diz um apaixonado pelos caramujos, criaturas que considera extraordinárias por suas formas, seu comportamento e sua beleza. Não é à toa que esses animais são as principais estrelas de sua obra, que também registra momentos únicos vividos por formigas, joaninhas e outros pequenos seres  tudo ao ar livre, em ambientes que poderiam ser um cantinho do seu jardim. Confira algumas imagens:

As belas imagens são tão perfeitas que parecem montagens, mas o fotógrafo jura que todos os insetos são registrados em seu hábitat natural e que é questão de sorte estar no lugar certo, no momento certo, para capturar esses instantes. Confira mais na página de Mishchenko no Facebook. 

Com certeza depois dessas imagens você não conseguirá mais olhar para um canteirinho ou um parquinho com os mesmo olhos…

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 Segundo pesquisadores o narguilé faz mais mal para a saúde do que o cigarro comum.


  Trata-se de um dispositivo em forma de vaso que recebe carvão em brasa para queimar o fumo aromatizado. A fumaça passa por um recipiente com água e sai por uma mangueira.


   Este hábito já é comum entre 37% dos jovens fumantes na cidade de São Paulo, muitos dos quais são menores de idade.

 O tabaco (fumo) colocado no interior do narguilé, quando queimado, libera as mesmas substâncias tóxicas presentes no cigarro comum, mas em uma concentração bem maior. 


   Um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostrou que uma rodada de narguilé, ou narguíle, como alguns costumam chamar, equivale a fumar até 100 cigarros.

   A fumaça do narguilé contém  100 vezes mais alcatrão, 4 vezes mais nicotina e 11 vezes mais monóxido de carbono que um cigarro comum.

  Desde 2009, há leis que proibem a venda de narguilé para menores de idade no Estado de São Paulo. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) tenta achar mecanismos que dificultem a aquisição de cigarros aromatizados pelos consumidores, especialmente entre os jovens.

Para saber mais: http://blogs.jovempan.uol.com.br/campanha/narguile-causa-dependencia-cancer-e-perda-de-dente/  

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Imagem da semana: ‘Pasteur e a origem da vida’

Seria possível a geração de vida a partir de simples moléculas inorgânicas? Essa questão intrigante foi por séculos um mistério da ciência. Dos tempos de Aristóteles até meados do século 19, a abiogênese ou geração espontânea era um conceito muito difundido nos meios científicos. Os experimentos do francês Louis Pasteur, apresentados em 19 maio de 1861 na Sociedade Química de Paris, no entanto, colocaram uma derradeira pá de cal sobre essa teoria, abrindo espaço para o nascimento de uma teoria dos germes, que credita aos microrganismos papel fundamental em processos naturais como a fermentação, a putrefação e o próprio adoecimento. As pesquisas do francês também levaram à criação do processo de esterilização que leva seu nome e ao desenvolvimento das primeiras vacinas.  

A abiogênese pregava que os seres vivos podiam brotar a partir da simples matéria orgânica ou inorgânica, sem a presença prévia de qualquer outro organismo similar – no limite, sapos nasceriam dos pântanos, vermes das frutas, moscas de matéria em decomposição e até ratos da inacreditável combinação de camisas sujas e grãos de trigo. Apesar de já criticada, ninguém jamais havia comprovado que tais ideias estavam equivocadas, em especial em nível microscópico – alguns experimentos anteriores, pela falta de isolamento e métodos corretos, falharam nessa demonstração.  

Nas primeiras décadas do século 19, ao estudar os processos de fermentação de diversas substâncias, Pasteur se tornou ferrenho opositor da geração espontânea. Para demonstrar suas certezas, realizou um experimento em que aqueceu um caldo nutritivo num balão de vidro com gargalo alongado em formato curvo (chamado pescoço de cisne), que impedia a entrada de partículas em suspensão no ar. Após ferver o caldo até esterilizá-lo, Pasteur observou que não havia a formação de seres vivos no caldo em repouso – ou seja, a presença de organismos microscópicos no ar atmosférico é que era a fonte de contaminação dos meios de cultivo – ou seja, a vida não se formava a partir do nada.

Suas observações o levaram à criação de uma ‘teoria dos germes’, que correlacionou pela primeira vez a ocorrência de doenças com a ação de organismos microscópicos (os ‘germes’) existentes também fora do corpo infectado. Tal noção foi fundamental para estabelecer, por exemplo, procedimentos básicos de esterilização e assepsia (com a prevenção de contaminações e infecções) na medicina. Além disso, permitiu a observação de que a infecção de organismos com formas ‘fracas’ dos micróbios poderia ter função imunizante, protegendo-o de infecções futuras mais virulentas – estavam abertas as portas para a criação das primeiras vacinas. O próprio Pasteur foi o inventor de imunizantes contra a cólera de galinhas, o antraz (que exterminava todo tipo de rebanhos) e contra a raiva, resultado pioneiro da microbiologia aplicada à medicina.

Seus estudos sobre fermentação e putrefação mostraram que esses fenômenos estavam relacionados à ação de microrganismos específicos e levaram à criação de um processo de esterilização por aquecimento e resfriamento rápido que viria a ser utilizado com produtos como o vinho, a cerveja e o leite – procedimento amplamente utilizado hoje e batizado de pasteurização em sua homenagem. Criado em Paris no ano de 1888, o Instituto Pasteur – um dos mais importantes centros mundiais de pesquisa científica nos dias atuais – foi batizado em homenagem às grandes colaborações do pesquisador francês à ciência e foi dirigido por ele até sua morte.

Essas e outras contribuições científicas importantes do francês foram relembradas na seção Memória, publicada na revista Ciência Hoje: http://cienciahoje.uol.com.br/banco-de-imagens/lg/protected/ch/234/memoria.pdf

Leia sobre outros grandes cientistas que já foram destaque aqui em nosso Facebook:
Erwin Schrödinger - http://on.fb.me/1o9K646
René Descartes - http://on.fb.me/1toDH4P
Ada Lovelace - http://on.fb.me/1m9dBQa
César Lattes - http://on.fb.me/TxRuJT
Galileu Galilei - http://on.fb.me/1n4cgeF
Nikola Tesla - http://on.fb.me/1ksArCD
Michael Faraday - http://on.fb.me/1jxA1L4

Iniciativa de educação e divulgação de ciência produz vídeo sobre a origem da vida e do viver, feito em colaboração com alunos de escolas públicas de São Gonçalo (RJ): http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2011/12/luz-camera-ciencia/

Seção Memória recorda a trajetória de pesquisas da Fundação Oswaldo Cruz, instituição criada seguindo os mesmos moldes do Instituto Pasteur: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2000/157/pdf_aberto/MEMORIA.PDF/

Artigo da CH mostra o outro lado dos microrganismos: bactérias, fungos e protozoário que salvam vidas
http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2011/286/quando-os-microrganismos-salvam-vidas

Na Ciência Hoje das Crianças, leia uma matéria sobre a importância da obra de Pasteur: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/louis-pasteur-o-pai-dos-microbios/

Um texto sobre a ação do francês no desenvolvimento das primeiras vacinas: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/pasteur-e-as-supervacinas/

E acompanhe nossas mascotes na recriação do experimento de Pasteur que derrubou a geração espontânea: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/a-teoria-dos-germes/

Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.

Leia mais novidades sobre biologia e história da ciência na página da Ciência Hoje On-line.

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O seu bichinho comeu o quê?

O seu animal de estimação é daqueles que come qualquer coisa que cai no chão? O que ele já comeu de mais esquisito? Sem dúvida muitos de nós temos histórias inacreditáveis (e, infelizmente, nem sempre com final feliz) sobre acidentes desse tipo. 

Uma revista norte-americana, a Veterinary Practice News, decidiu reunir os melhores registros feitos anualmente pelos veterinários e clínicas veterinárias do país num concurso um tanto bizarro, o They Ate What? Pet X-Ray Contest

Entre os vencedores das últimas edições temos casos realmente inacreditáveis – a maioria, é claro, com cachorros, os glutões mais comuns em nossos lares. Os cães radiografados engoliram, entre outros itens estranhos, uma corda metálica de guitarra (que abre o post), uma vara de pescar em miniatura, uma faca de pão, um osso de borracha, uma chave de fenda, 40 alfinetes, nove bolas de bilhar, um fio de telefone antigo, 50 elásticos e a incrível marca de 309 parafusos, pregos e grampos de cerca! 

O que é ainda mais surpreendente é que, na maioria dos casos, os animais gulosos voltaram para suas casas dias depois, totalmente recuperados. Confira alguns desses registros: 

Qual será o sabor de uma chave de catraca?

O caso do osso de borracha.

Chave de fenda: deixadas espalhadas por aí, as ferramentas parecem fazer sucesso!

Pregos, pregos e mais pregos.

Esse cachorro comeu a corda metálica da guitarra.

Não são só os cachorros: esse pato comeu pregos com pedras.

Os registros chamam a atenção para a relevância dos raios X para a prática veterinária e, mais ainda, para a importância de ficar de olho no seu animal, em especial se ele fica muito tempo sozinho. Nunca se sabe o que pode parar dentro do estômago dos melhores amigos do homem. 

Confira os vencedores das edições de 2013, 2012, 2011 e 2010. Leia mais no Daily Mail.

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REGULAÇÃO TÉRMICA DOS ANIMAIS!!!!!!!!!!!!!

Temperatura animal

Parece que cada dia mais vivemos num mundo de extremos. Enquanto alguns lugares do globo parecem ter sido postos dentro do congelador, outros estão assando no forno, como no nosso próprio país, onde as temperaturas em muitas regiões têm girado incessantemente em torno dos 40º C. Agora, se você aí no ar-condicionado está sofrendo com o calor, imagine os animais dos zoológicos, muitos deles oriundos de regiões com climas muito mais amenos, expostos o tempo todo ao calor inclemente? 

Não foi só você que ficou com dó: em muitos zoos são adotadas algumas medidas especiais para tentar amenizar um pouco a temperatura. O verão no Zoológico do Rio de Janeiro, por exemplo, em especial na sua tórrida edição 2013/2014, é marcado pela distribuição de versões congeladas das refeições preferidas dos bichos, para que possam se refrescar – e, por que não, se divertir. É um festival de picolés de frutas e até de carne e de peixes para os macacos, felinos, ursos e outros animais, ao gosto do freguês. Ah, e o banho extra também faz parte da programação, para dar aquela refrescada. 

A medida, no entanto, não é exclusividade nossa: outros países que enfrentam o calor tórrido, como a Austrália, fazem o mesmo. No Jardim Zoológico Real de Melbourne, por exemplo, os leões também ganharam picolés de sangue, e os ursos, uma mistura de peixe, carne, frutas e vegetais saídos direto do congelador. Deliciosos e refrescantes, hein?! 

Enquanto isso, na outra ponta do termômetro, em Chicago fez tanto frio no último mês, mas tanto frio, que nem os ursos polares aguentaram! A ursa Anana, do Jardim Zoológico Lincoln, por exemplo, precisou ser mantida a portas fechadas, em um ambiente mais aquecido, para evitar as congelantes temperaturas. Enquanto o frio em seus aposentos chegou a -30º C, Anana continuou quentinha e confortável em sua nova casa temporária. 

Imagens: Riozoo, Agência Brasil, Newcastle Herald e Lincoln Park Zoo. 

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    Uma equipe de cientistas de universidades britânicas e americanas (com participação do brasileiro Marcelo Jacob-Lorena) estuda a possiblidade de se utilizar um fungo transgênico (Metarhizium anisopliae) para infectar o mosquito-prego.

A foto abaixo mostra fungos do gênero Metarhizium  (em branco) infectando um Hemíptero (não é transmissor da malária)

                       

    Como sabemos,  a fêmea hematófaga do mosquito-prego, díptero do gênero Anopheles, é transmissora da Malária, doença causada por protozoários do gênero Plasmodium.

    Os fungos modificados geneticamente são capazes de produzir anticorpos ou toxinas (obtidas de escorpiões) capazes de matar os protozoários. A ideia dos cientistas é infectar o mosquito-prego com esses fungos. 

   Segundo estudos preliminares, apenas 25% dos mosquitos infectados em testes laboratoriais apresentaram protozoários nas glândulas salivares.

 “Nosso principal objetivo é iniciar os testes em campo na África o mais rápido possível”, diz o coordenador da pesquisa, Raymond St. Leger, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos.

 Aqui no Brasil, a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) faz um trabalho mais ou menos semelhante, mas com outra protozoose; a doença de Chagas, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida pelo barbeiro. Em ambiente laboratorial, barbeiros são infectados com bactérias (não transgênicas) que poderiam destruir o Trypanosoma cruzi.

Para saber mais, leia: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/cientistas+testam+fungo+transgenico+contra+malaria/n1238113722314.html 

 

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O mundo da janela

O que você vê da janela da sua casa? Um silenciosa rua? Uma avenida movimentada? Um cenário de telhados vermelhos? Uma praia? Uma pedra? Ou só a janela dos seus vizinhos? Independentemente da sua resposta, certamente a visão não será tão impressionante quanto a de um seleto grupo de pessoas que vivem num endereço muito especial: a Estação Espacial Internacional (ISS).

Esse vídeo, produzido com a técnica de time lapse, reúne imagens registradas por diversos astronautas a bordo da estação ao longo dos últimos meses. A ideia da sequência é dar destaque à própria estação, em sua órbita solitária ao redor da Terra, e aos astronautas que participam do dia a dia a bordo de suas instalações.

Aqui no Tumblr já havíamos destacado outro vídeo do mesmo tipo, que mostra imagens espetaculares de nosso planeta registradas da ISS. Confira, ainda, outra vista bem privilegiada: o que verão os primeiros homens a pisar em Marte? Por fim, confira uma galeria de fotos instigantes e reveladoras de nosso planeta.   

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Baleias siamesas no México

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Zum, zum zum em detalhes

Animais fofinhos, listrados de amarelo e preto, que vivem em monarquias matriarcais, voam, fazem mel em suas colmeias, dão boas fantasias de carnaval e estão entre os favoritos da criançada. Pelo senso comum, não há dúvidas sobre quem estamos falando: as muito populares abelhas. 

Mas a variedade desse grupo de animais tão importante para o meio ambiente é gigantesca. Nos Estados Unidos, uma iniciativa responsável por monitorar a saúde e o habitat das milhares de abelhas norte-americanas, o Programa de Inventário e Monitoramento de Abelhas Nativas, conta desde 2010 com o auxílio das imagens de altíssima resolução produzidas pelo fotógrafo Sam Droege

Nos registros extremamente claros e detalhados dos animais, é possível observar formatos das asas, a estrutura dos olhos, a anatomia bem diversificada dos pequenos corpos e as muitas tonalidades de cada espécie  uma ajuda e tanto na identificação e catalogação dos pequenos detalhes anatômicos que ajudam a caracterizá-las e diferenciá-las.  

O trabalho do programa, como pode ser observado nas fotos abaixo, tem mostrado uma diversidade muito rica, com espécies de várias tonalidades, com e sem listras, grandes como marimbondos ou pequenas como um grão de arroz  uma verdadeira obra de arte produzida pela natureza. 

Você pode conferir no Flickr muitas das imagens de abelhas registradas por Droege, assim como fotografias detalhadíssimas de outros insetos e animais. Via This is colossal. Aqui no Tumblr, confiram um projeto que pretende cadastrar a diversidade de outro grupo muito variado de insetos, as formigas, e conheçam uma iniciativa que é quase uma arca de Noé, em fotos!

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   Provavelmente você lembra da clonagem da ovelha Dolly, em 1996, por meio da técnica de transferência nuclear. Pois é, o feito obtido pelos cientistas Ian Wilmut e Keith Campbell foi considerado um grande marco na história da ciência, pois pela primeira vez um mamífero adulto foi clonado.

  Com os avanços das pesquisas, muitas outras espécies de animais (macacos, vacas, porcos, cães etc) também foram clonadas por técnicas semelhantes à técnica utilizada por Wilmut e Campbell. No entanto, foi apenas em maio de 2013 (pelo menos oficialmente) que a espécie humana foi clonada a partir de células adultas (já diferenciadas).

  Bem, talvez você esteja se perguntando: “clone de quem?”; “quem foi clonado?”; “alguma celebridade?” Ops! Calma lá! Não foi clonagem reprodutiva, isto é, não foi obtida  o clone (fiel cópia genética) de outra pessoa. 

     Na verdade, o pesquisador Shoukhrat Mitalipov e equipe da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon (EUA), em estudo publicado na revista “Cell”, realizou um processo de clonagem terapêutica, obtendo blastocistos (com células tronco embrionárias) clonados a partir de células da pele de crianças e de fetos com doenças genéticas.

     Os núcleos dessas células foram transferidos para óvulos anucleados de mulheres doadoras (cada uma delas recebeu entre 3 e 7 mil dólares). Após a transferência nuclear, foram obtidos embriões que se desenvolveram até a fase de blástula (blastocisto), mas ao contrário do que ocorreu no caso Dolly, os embriões não foram implantados em úteros  para que se desenvolvesse outro ser vivo.

       Na verdade, as células-tronco da camada interna (embrioblasto) dos blastocistos clonados foram extraídas e analisadas. A equipe de Mitalipov comprovou posteriormente, em testes in vitro, o potencial para a conversão das células-tronco geradas em neurônios, hepatócitos (células do fígado), e fibras cardíacas, entre outros tipos celulares.

Para saber mais, veja:

1-http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/05/ainda-e-cedo-ou-tarde-demais

2-http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2013/05/1279095-cientistas-obtem-celulas-tronco-de-embriao-humano-clonado.shtml